Claudio Meirelles adverte: Governo Caiado vai tocar o terror no funcionalismo com demissões e diminuição de salários

Para atender a liminar concedida no STF, Ronaldo Caiado terá que adequar despesas e uma das soluções é sacrificar o funcionalismo

A situação do funcionalismo público de Goiás que já não é muito ruim desde que Ronaldo Caiado chegou ao governo vai piorar bastante nos próximos meses. A previsão é do deputado estadual Claudio Meirelles (PTC), um dos homens públicos mais preparados de Goiás quando o assunto é finanças públicas. Para Claudio Meirelles, o Governo Caiado será obrigado a tomar algumas medidas para atender a liminar concedida pelo STF, para que o estado consiga entrar no Plano de Recuperação Fiscal e assim obtenha socorro financeiro da União. As tais medidas obrigatoriamente vão atingir em cheio os funcionários públicos de Goiás que serão obrigados a pagar mais essa conta.

 

Veja as explicações do deputado Claudio Meirelles sobre o terror que virá sobre o funcionalismo em Goiás!

“Foi concedida liminar permitindo o Estado a ingressar no Regime de Recuperação Fiscal mas sob certas exigências. A constituição estadual exclui que as despesas de inativos e pensionistas seja incluída em gastos com pessoal.  O governador Caiado apresentou esta PEC  na Alego para retirar esta vedação mas retirou o projeto de pauta. Deve encaminhar novamente para Alego para ser votada.

A liminar concedida dá um prazo de seis meses para que o governo do estado inclua toda as despesas com inativos e pensionistas em gastos com pessoal. Assim, caso o governador resolva  ingressar nesta Recuperação Fiscal, terá que cumprir o que determina a decisão judicial.

Ao incluir os gastos com nativos e pensionistas nas despesas com pessoal, o estado irá ultrapassar o limite destas despesas determinado pela LRF.

O governador Caiado tentará tirar vantagens salariais dos servidores (auxílio alimentação, quinquênio, etc…). Tentará também no STF baixar a carga horária com intuito de reduzir salários dos servidores (ação já ajuizada).

Caso não consiga reduzir os salários, com certeza ira demitir os servidores, começando pelos comissionados e, se ainda assim continuar acima dos limites de gastos, há regras sobre os efetivos.”, completou o deputado.

Com informações do Goiás24Horas




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