Lula vai apodrecer na cadeia! PF prova que propina da Odebrecht bancou obras no Sítio de Atibaia

Com as provas da PF contra Lula, o juiz Sergio Moro será obrigado a condenar o ex-presidente a mais anos de cadeia

Desespero da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é mais que uma realidade. A corrupção de Lula na aquisição e reforma do famoso sítio de Atibaia está mais que provada nos autos de pelo menos três processos envolvendo o petista maior. Vem mais condenação pesada por aí! Em matéria da Revista Veja uma perícia da Polícia Federal não deixa dúvidas quanto a origem do dinheiro sujo que bancou as reformas do Sítio de Atibaia, que Lula teima em dizer que nunca lhe pertenceu.

Confira a matéria da Revista Veja e saiba porque Lula deve mesmo apodrecer na cadeia!

Uma perícia da Polícia Federal (PF) concluiu que o caixa geral do setor de propinas da Odebrecht recebeu dinheiro desviado de contratos com a Petrobras, além de outras fontes. O documento, que analisou os dois sistemas usados pelo setor de propinas da empreiteira, Drousys e MyWebDay, foi anexado nesta quarta-feira 16 ao processo da Operação Lava Jato que trata de obras no sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), e tem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entre os réus.

Lula é acusado de receber 1 milhão de reais em propina das empreiteiras Odebrecht, OAS e Schahin por meio de reformas e construção de benfeitorias na propriedade, que não pertence formalmente ao petista, mas era frequentada por ele e sua família. As obras aconteceram entre o final de 2010 e o início de 2011.

“Esse Caixa Único [administrado pelo setor de propinas] tem como fonte diversas obras, tanto no Brasil quanto no exterior, inclusive da Petrobras”, informa o laudo, assinado por cinco peritos da PF.

Segundo delatores da Odebrecht, os cerca de 700.000 reais gastos pela empreiteira nas obras no sítio de Atibaia vieram do Setor de Operações Estruturadas, como era chamada a central de distribuição de propinas da empreiteira.

No entanto, como o departamento de propinas utilizava um “caixa geral”, que recebia dinheiro, sobretudo, de obras no exterior, além dos contratos da Petrobras, os peritos da PF não estabeleceram relação direta entre os valores roubados da estatal e as obras no sítio. “A utilização de um caixa único explica as razões de não ser possível, em regra, vincular determinado pagamento ilícito à origem primária do recurso (obra executada pela Odebrecht)”, diz o laudo.

“Em última análise, a origem primária dos pagamentos efetuados pelo SOE [Setor de Operações Estruturadas] seriam todas as obras que, por meio de contratos fictícios ou superfaturados, tiveram seus recursos desviados para formar o caixa único”, conclui o documento.

Os peritos da Polícia Federal ainda ressaltam que não foram encontrados nos sistemas Drousys e MyWebDay “documentos ou lançamentos que façam referência a termos tais como ATIBAIA, SÍTIO e SANTA BÁRBARA”.




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