Tendência rompe com PT e entra em bloco no PDT

Tales de Castro lidera dissidência Pró-Ciro Gomes. De olho na sucessão

Renato Dias

O Movimento de Ação Independente e Socialista [MAIS], fração do PT, anunciou, ontem, a abertura de dissidência na sigla e o desembarque em bloco no PDT. Com desfiliação de velhos dirigentes da legenda fundada em 10 de fevereiro de 1980 por Luiz Inácio Lula da Silva. O ex-operário metalúrgico conseguiu que o partido conquistasse quatro mandatos ao Palácio do Planalto. A lista inclui Tales de Castro, graduado e mestre em História; Ana Paula; João Paulo, operador do Direito; Rafael Juvenal, advogado. Eles integram a lista dos novos trabalhistas.

– O PDT sairá em ‘carreira solo’, em Goiânia, nas eleições, ao Paço, em 2020.

Tática e estratégia

A estratégia é eleger Ciro Gomes à presidência da República, em 2022, informa, com exclusividade, após 15 anos de atividades no PT, Tales de Castro. ‘Intelectual orgânico dos movimentos sociais, urbanos e rurais’, um especialista em narrativas das mídias sobre a ocupação e desocupação violenta, com duas mortes, feridos, 800 presos, do Parque Oeste Industrial, no ano turbulento de 2005. O grupo que saiu da estrela vermelha será ponto de apoio do mandato do socialdemocrata de esquerda deputado estadual Karlos Cabral, pontua.

– Projeto é dar capilaridade ao PDT nos 246 municípios de Goiás e auxiliar Carlos Lupi, George Morais, Flávia Morais e Karlos Cabral na construção partidária na região metropolitana.




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